Foco de protestos, Tite se mostra preocupado com segurança
Treinador espera que descontentamento dos torcedores do Corinthians não atinja sua família
A pressão em cima do técnico Tite aumenta a cada dia. Apesar de a diretoria garantir a permanência do comandante alvinegro, mesmo com derrota para o São Paulo, a relação com os torcedores ficou insustentável. O técnico ainda não sofreu nenhuma ameaça direta à sua integridade física, mas soube que isso poderia acontecer.
- Tive a informação em relação a segurança da minha casa, mas não houve nada, quero deixar bem claro. Penso muito em relação a minha família, que é um coisa sagrada – disse o treinador demonstrando muita preocupação.
Tite preza muito pela própria segurança e dos seus familiares e espera que os protestos não extrapolem, como já aconteceu no próprio Corinthians no início dos anos 2000. Desde que Andrés Sanches assumiu o clube, ele sempre pregou a liberdade dos torcedores se manifestarem, sem que houvesse qualquer tipo de violência.
- Vamos ficar no limite do esporte, esse preço eu não pago, tudo tem um limite normal da coisa - afirmou o treinador.
Emerson conversa com policiais durante treino no CT do Timão (Foto:Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)Mesmo perdendo a liderança depois da derrota para o Santos e tendo pela frente um clássico contra o São Paulo, a pressão poderia ser mais amena. Segundo o treinador, se ele tivesse uma conquista com o Corinthians a história seria outra.
- A paciência em relação ao treinador, com um carimbo de um titulo é maior. Quando conquista um título é diferente, dá um respiro maior, mas não tão grande. Se tivéssemos vencido o Campeonato Brasileiro no ano passado ou o Paulista não estaria toda essa pressão aqui - declarou o treinador.
Em uma das faixas que os torcedores colocaram em frente ao CT do Corinthians, as críticas eram direcionadas ao treinador e afirmavam que o técnico não tinha visão de jogo, liderança e sede de vitórias.
- Minha conduta profissional não vai ser pautada por nada que seja externa, não tem ameaça e não tem negociação - avisou o treinador.
- Tive a informação em relação a segurança da minha casa, mas não houve nada, quero deixar bem claro. Penso muito em relação a minha família, que é um coisa sagrada – disse o treinador demonstrando muita preocupação.
Tite preza muito pela própria segurança e dos seus familiares e espera que os protestos não extrapolem, como já aconteceu no próprio Corinthians no início dos anos 2000. Desde que Andrés Sanches assumiu o clube, ele sempre pregou a liberdade dos torcedores se manifestarem, sem que houvesse qualquer tipo de violência.
- Vamos ficar no limite do esporte, esse preço eu não pago, tudo tem um limite normal da coisa - afirmou o treinador.
- A paciência em relação ao treinador, com um carimbo de um titulo é maior. Quando conquista um título é diferente, dá um respiro maior, mas não tão grande. Se tivéssemos vencido o Campeonato Brasileiro no ano passado ou o Paulista não estaria toda essa pressão aqui - declarou o treinador.
Em uma das faixas que os torcedores colocaram em frente ao CT do Corinthians, as críticas eram direcionadas ao treinador e afirmavam que o técnico não tinha visão de jogo, liderança e sede de vitórias.
- Minha conduta profissional não vai ser pautada por nada que seja externa, não tem ameaça e não tem negociação - avisou o treinador.